Brasil prohíbe la compra de tierras productivas a inversionistas extranjeros
Fuente: Reuters, 17 de marzo de 2011
Es una medida que busca frenar la creciente extranjerización de la producción agrícola. También frena la fusión con empresas locales, un resquicio legal que venían utilizando los empresarios para evitar una resolución emitida el año pasado por el fiscal general
Brasil prohibió que inversionistas extranjeros adquieran o se fusionen con empresas locales que posean tierras cultivables, en otro intento por frenar la inversión externa en zonas agrícolas productivas.
Las fusiones y adquisiciones fueron usadas como un resquicio legal para evitar una resolución emitida el año pasado por el fiscal general, que limitaba las inversiones extranjeras en tierras.
Según el periódico O Estado de S. Paulo, el fiscal general envió el martes su nueva decisión al Ministerio de Desarrollo, Industria y Comercio Exterior, que lo reenviará a los consejos estatales de comercio que son responsables del registro de los acuerdos empresariales. Los acuerdos que ya se hayan cerrado podrían ser ahora suspendidos por los tribunales, dijo el periódico.
Así, los cambios de control accionario de empresas propietarias de áreas rurales que incluyan a extranjeros no podrán ser formalizados. Y los acuerdos que ya se hayan cerrado podrían ser ahora suspendidos por los tribunales, aseguró el periódico. Los consejos estatales de comercio también contribuirán para identificar la participación de capital extranjero en empresas que adquieran tierras.
Las restricciones impuestas por el Gobierno brasileño en agosto del 2010 provocaron preocupaciones entre los inversores. Extranjeros han estado comprando grandes extensiones de tierras en Brasil, un granero global emergente.
La nueva interpretación de una ley de 1971 que fue emitida en agosto del 2010 determinó que las firmas extranjeras, incluso si actúan a través de una subsidiaria brasileña, no pueden comprar más de 50 módulos, que suman desde 250 a más de 5.000 hectáreas, dependiendo de la región. La medida no se aplicaba retroactivamente a propiedades ya existentes.
Además, la norma limitaba la compra o alquiler de tierras al máximo de 25% del territorio del municipio a extranjeros y al 10% a una misma nacionalidad. Pero las restricciones habían sido suspendidas para empresas brasileñas con control extranjero durante el gobierno de Fernando Enrique Cardoso, precisó el O Estado.
Nova lei de terras 'esfria' interesse de americanos no agronegócio brasileiro
Fuente: Globo, 10 de marzo de 2011
Legislação restringiu compra de terras no país por estrangeiros.
Globo visitou cidade onde há forte presença estrangeira e hotel para 'gringos'.
Ligia Guimarães
A legislação do Brasil para a compra de terras nacionais por estrangeiros, que desde o ano passado ficou mais rígida e limitada à aquisição de áreas de no máximo cinco mil hectares, "esfriou" a disposição dos americanos em investir no agronegócio brasileiro.
Para o norte-americano Michael Gretter, natural de Iowa e que desde 2005 planta soja e milho no Brasil, a postura mais rígida do governo reduziu um pouco o apetite dos produtores americanos em buscar propriedades e fixar residência no Brasil.
“Eu acho que o interesse persiste mais entre os jovens. A fala do governo sobre regular os investimentos desacelerou um pouco, é uma lei complicada. Entre 2003 e 2005, era muito mais fácil encontrar americanos hospedados aqui em Luis Eduardo Magalhães (BA) procurando terras”.
Desde o ano passado, um parecer da Consultoria-Geral da União (CGU) aprovado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e divulgado em agosto limitou a venda de terras brasileiras a estrangeiros ou empresas brasileiras controladas por estrangeiros a no máximo cinco mil hectares. A soma das áreas rurais controladas por estrangeiros também não poderá ultrapassar 25% da superfície do município.
Na opinião de Gretter, a melhora global nos preços dos grãos desde o ano passado – que tornou o cultivo de soja mais lucrativo em todo o mundo, inclusive nos EUA – também pode ter contribuído para diminuir a motivação em deixar o próprio país para obter mais lucro com a atividade agrícola. "Quando eu vim, a rentabilidade estava mais baixa", diz.
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, diz que o governo prepara a flexibilização de tais restrições, já que o objetivo é apenas barrar movimento especulativo com a terra brasileira, como a compra de lotes por fundos de investimento ou investidores que não têm foco na produção.
“A terra é um bem muito valioso no Brasil, e tem perspectiva de valorização muito grande. Não queremos transformar a terra brasileira em mais uma commodity para o mercado financeiro”, afirmou o ministro.
Conforme afirmou Rossi ao G1, o governo deve divulgar em breve uma nota técnica que especifique essas regras para deixar mais clara essa diferenciação entre especuladores e investidores, e assim evitar que sejam afetados produtores que queiram se estabelecer no Brasil para produzir internamente e estimular a economia.
“Precisamos estimular que eles venham, comprem a terra, façam seus investimentos e nos ajudem a produzir, a gerar emprego, a exportar. Queremos esclarecer o parecer da AGU que proibiu a compra de terras por estrangeiros; flexibilizando-o, permitindo a compra para investimentos produtivos”, disse Rossi, que não precisou data para a divulgação do comunicado.
Reportagem publicada no dia 6 de março pelo jornal britânico "Financial Times" diz que o Brasil planeja restringir especuladores de terra no Brasil e que permitirá apenas a presença de investidores "genuínos" para atender ao interesse brasileiro de atrair investimento privado para o setor agrícola.
A publicação cita ainda que o Brasil é um dos poucos países do mundo com capacidade para aumentar a produção de alimentos em um mundo onde a demanda por comida só aumenta, mas que precisará de "enorme investimento doméstico e estrangeiro" para atingir seu potencial.
Aluguel de terras
Gretter, 55, planta 1,6 mil hectares de soja, milho e algodão em terras que ele aluga em Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, de um produtor brasileiro que viu no negócio a oportunidade de trocar os riscos climáticos e financeiros da atividade rural pela tranquilidade de receber uma renda fixa uma vez por ano, quando acontece a colheita.
A transação é calculada e paga em sacas de soja, a um preço médio de 8 sacas por hectare, segundo apurou o G1. Com base no preço da saca de soja de preço médio de R$ 42/saca de 60 quilos na região em fevereiro, medidos pela AIBA (Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia), o valor recebido por ano pelo dono das terras que o americano aluga seria de cerca de R$ 540 mil.
“Alugar a terra é uma opção que tem funcionado bem, nos poupou um pouco das questões legais, é mais simples”, diz Gretter, que agora visita os EUA apenas duas vezes por ano e diz que as leis e regulamentações brasileiras, junto com a barreira idiomática, é uma das principais dificuldades do negócio.
A administração da produção, tanto aqui quanto dos 3 mil acres que ele ainda mantém em Iowa, é feita em parceria com irmãos e amigos que preferiram continuar residindo nos EUA.
"A parte do plantio é muito parecida, já tem muito da tecnologia de lá disponível aqui", diz ele, que nesta safra plantou algodão pela primeira vez, atraído pelos bons preços do mercado.
Dados do Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães apontam que há cerca de 30 produtores vindos dos EUA cultivando a terra na região; destes, metade opta por alugar a terra em vez de comprá-la. Há ainda estrangeiros de outros países.
“Temos holandeses, alemães que também plantam por aqui” , diz Vanir Kölln, presidente do sindicato, que estima a presença de 50 estrangeiros nas cercanias de Luís eduardo Magalhães e diz que o número tem se mantido estável nos últimos anos. "Muitos também fracassaram e foram embora", explica.
Falta de informação
Kory Melby, de Minesota, já mora há oito anos em Goiânia, onde tem esposa e filha brasileiras. Veio atraído pela terra barata e a alta produtividade, e hoje trabalha como consultor para americanos que, como ele, chegam com muita curiosidade e pouca informação consistente sobre o Brasil.
"Eu recebo muitos fundos de investimento, homens de Wall Street (referindo-se ao mercado financeiro norte-americano), que não sabem nada de agricultura. Mas daí agora porque agricultura está 'quente', eles precisam alguém para reunir todos esses dados brasileiros e colocar em uma forma conveniente em inglês", diz Kory, que acredita que o produtor mediano dos Estados Unidos, em geral, não está preparado para ser bem-sucedido no Brasil.
"Muitos vêm e acham que já vão fazer sucesso aqui. Mas daí encontram choque cultural, choque da língua, choque de tudo. E aí a tendência é de fracasso.", diz Melby,que alega ter sofrido até adquirir tanta experiência para aconselhar seus conterrâneos.
"Aprendi que para vencer no Brasil você não pode ter atitude superior, tem que trabalhar junto com os brasileiros. Tem que aprender a língua e se engajar socialmente: ir em igreja, evento da cidade, aniversário de criança. Muito aniversário de criança", ensina o consultor em português compreensível apesar do sotaque.
'Sweet home' na Bahia
A presença estrangeira no oeste baiano é tão forte que motivou a criação, há sete anos, de um hotel idealizado para ser um ambiente de negócios onde investidores norte-americanos se sintam “em casa”, em pleno oeste da Bahia.
O Saint Louis, batizado em referência à homônima produtora de grãos nos EUA, tem o arco da cidade como símbolo e recebe cerca de 60 pessoas por dia.
“Temos um ritmo atípico para a região porque funcionamos mais como os hotéis de Brasília; cheios durante a semana e com menos ocupação nos finais de semana”, conta o gerente Diego Mariano, cuja família veio do sul para produzir em Luis Eduardo Magalhães e hoje é uma das proprietárias do Saint Louis.
O mais difícil, avalia, é qualificar mão-de-obra para atender clientes internacionais: a grande maioria dos funcionários do Saint Louis não fala inglês.
O G1 esteve em Luís Eduardo Magalhães como parte de um roteiro de dez dias e mais de 5 mil km de viagem pelas lavouras de várias regiões do Brasil. De carona nas caminhonetes da Expedição Safra, projeto do jornal Gazeta do Povo que mapeia a produção agrícola no país, a repórter visitou as cidades de Cascavel, Toledo, Catanduvas e Londrina, no Paraná; Goiânia (Go), Luís Eduardo Magalhães (BA); a comunidade de Nova Santa Rosa, em Uruçuí (PI) e Brasília (DF).
Prev
Next
Page:
Hacia una nueva reforma agrariaLa Razon /27 Febrero 2013 Ramiro Prudencio Lizón. En estos momentos en que ha surgido la quinua como una importante riqueza agrícola, muy apreciada en el exterior, es menester que los bolivianos hagamos un examen de conciencia sobre la situación rural de nuestro país. Sabemos que para el Fondo Internacional de Desarrollo Agrícola, dependiente de las Naciones Unidas, Bolivia estaría catalogada como uno. Tenencia de la tierraLa Razon /16 Diciembre 2012 Editorial. Días atrás, el Instituto Nacional de Reforma Agraria (INRA) difundió estadísticas actualizadas de la distribución y tenencia de la tierra en Bolivia. El dato más relevante es que los propietarios privados perdieron el control que tenían sobre 35 millones de hectáreas de tierra y que ahora indígenas y campesinos ocupan el 55% de la tierra. No se revertirán las tierras ociosasLa Prensa /07 Diciembre 2012 El proyecto fue aprobado en la Comisión de Diputados por pedido de la cumbre de 2011. La tierra ociosa no podrá ser revertida a dominio del Estado, salvo algunas excepciones, durante los próximos cinco años de acuerdo con el proyecto de ley que fue aprobado en grande y en detalle en la comisión. ![]() Con tecnología apoyan la seguridad jurídica en el área ruralFundación TIERRA /27 Noviembre 2012 Con la experiencia acumulada por más de seis años, en el saneamiento interno de 140 comunidades del altiplano de La Paz, la Fundación TIERRA desarrolla un proyecto piloto en siete comunidades paceñas con el objetivo de mejorar el tiempo y costo de la gestión sobre la tierra a través de un programa computacional,. ![]() Continentes en ventaPublico.es /19 Noviembre 2012 Antonio Albillana. Uno de los aspectos menos conocidos de la conflictiva geopolítica del año que termina ha sido la carrera hacia la adquisición y el control de tierras fértiles en el planeta -una buena parte del continente africano y amplias extensiones en América Latina- por parte de potencias ricas o emergentes como Arabia Saudí, Emiratos Árabes Unidos, Corea. Se sientan las bases para una plataforma institucional y de organizaciones sobre el tema tierraFundación TIERRA /29 Octubre 2012 Con los propósitos principales de aplicar estrategias nacionales de participación, servir como plataforma de múltiples actores para el diálogo y la acción colectiva, y cerrar la brecha de conocimientos entre organizaciones de base, centros de investigación y otros actores en el tema tierra, dieciséis organizaciones e instituciones sentaron las bases para la creación de. ![]() Tierras en el orienteEl Deber /23 Octubre 2012 Editorial. El presidente Evo Morales ha vuelto a ofrecer tierras fiscales del oriente a habitantes del occidente, para traslados masivos parecidos a los que se hicieron en el pasado. La constante de todas esas iniciativas es que nunca fueron planificadas de manera seria y responsable: fueron medidas de interés circunstancial, por diferentes gobiernos. ![]() El capital financiero internacional se apodera de las mejores tierras sudamericanasBolpress /22 Octubre 2012 Se estima que el 25% del territorio uruguayo y paraguayo y al menos el 10% del argentino están en manos de empresarios extranjeros, mientras que en otros países de la región los latifundios privados se multiplican como hongos. Esta nueva forma de conquista neocolonial se intensificó en los últimos cinco años y afecta. ![]() La madre tierra, cenicienta del desarrollo capitalistaBolpress /22 Octubre 2012 Raúl Prada Alcoreza . ¿En qué sentido se habla se madre tierra? Está claro que el sentido deviene de las cosmovisiones indígenas. Se trata de una imagen animista del planeta, estamos ante una imagen inmanentista de las fuerzas que componen la tierra. Se parte de que el planeta tiene vida, comprende la multiplicidad de. La madre tierraEl Deber /19 Octubre 2012 Editorial. El Gobierno nacional acaba de promulgar la Ley Marco de la Madre Tierra y Desarrollo Integral para Vivir Bien, que fue recibida con expresiones de sorpresa por empresarios y también por indígenas. Las expresiones de sorpresa tuvieron que ver con el hecho de que, según los voceros de los sectores involucrados, el Gobierno no hizo consulta. La ley de la Madre TierraLos Tiempos /19 Octubre 2012 Editorial. La promulgación, el pasado lunes, de la Ley de la Madre Tierra y Desarrollo Integral para Vivir Bien (Mtdivb), presentada por sus autores como “el marco normativo fundacional del plan nacional de desarrollo”, ha sido recibida con muestras de escepticismo y en algunos casos temor, pues muchas de las disposiciones que contiene podrían tener, si. Falta más de un tercio de la tierra por sanear en el paísPagina Siete /30 Septiembre 2012 En octubre de 2013 culmina el plazo para terminar el saneamiento.En 1996, Bolivia se embarcó en un proceso de saneamiento de tierras que no logró su meta. Tras cumplirse el plazo de diez años, en 2006, el Gobierno amplió el plazo por siete gestiones más para culminar esa labor. No obstante, aparentemente a un año. ![]() Jorge Barahona: La falta de presupuesto y los conflictos impiden sanear tierrasPagina Siete /30 Septiembre 2012 El viceministro de Tierras, Jorge Barahona, identifica que la falta de presupuesto y los conflictos de diversa índole impiden que el saneamiento de tierras avance “como uno quisiera”. Otra política para el agroEl Día /06 Septiembre 2012 EDITORIAL. Ahora que está admitido que haber puesto en duda la vocación de trabajo del oriente boliviano fue una simple tontería, conviene que el Gobierno deje, en todo caso, de ponerle trabas a la laboriosidad de la región, especialmente de Santa Cruz, donde se produce más del 70 por ciento de los alimentos que consume el. ![]() Los territorios indígenas celebran el gran avance de la Reforma Agraria en tierras bajasFundación TIERRA /02 Agosto 2012 Autor: Jorge Salgado - Investigador El gran avance de la Reforma Agraria, desde la aprobación de la ley INRA (1996), ha sido la titulación de territorios indígenas en forma de Tierra Comunitaria de Origen (TCO), actualmente denominados Territorios Indígenas Originario Campesinos (TIOC). Para el resto de los actores de. ![]() Los campesinos de tierras altas están excluidos de la reforma agrariaFundación TIERRA /01 Agosto 2012 Artículo: Gonzalo Colque - Director de Fundación TIERRA Como en la época de la Reforma Agraria de 1953, sesenta años después la mayoría de los campesinos de origen indígena siguen cultivando pequeñas parcelas de tierra con tecnología arcaica y fuerza de trabajo familiar, sin esperanzas de mejorar sus capacidades para la producción de excedentes.. ![]() 59 años de la Reforma Agraria de 1953Fundación TIERRA /01 Agosto 2012 1953 El 2 de agosto de 1953 el entonces presidente Víctor Paz Estenssoro firmó en Ucureña el decreto de Reforma Agraria, cuyo lema era "la tierra para quien la trabaja", con lo que se inició la distribución de la propiedad agraria a los campesinos que, hasta entonces, habían permanecido en la servidumbre. ![]() Con sus aciertos y errores, la Reforma Agraria dio una visión de país a los bolivianosFundación TIERRA /01 Agosto 2012 La Reforma Agraria de 1953 es un proceso que, con claroscuros, ha modificado al país y la visión que de éste tienen sus habitantes. Además, ha permitido el control del territorio nacional y la modernización del agro, destacó el director de la Fundación TIERRA-Regional Oriente, Alcides Vadillo. ![]() Fiebre mundial por la tierra: inversionistas salen de compras en los países emergentesAmérica Económica /26 Julio 2012 Se estima que existen en el mundo 445 millones de hectáreas de tierras no cultivadas y disponibles para la agricultura. Alrededor de 123 millones de hectáreas se encuentran en América Latina. ![]() Dinámicas del mercado de la tierra en América Latina y el Caribe: concentración y extranjerizaciónFAO /04 Julio 2012 La Oficina Regional de la FAO publica estudios nacionales sobre la dinámica de concentración de tierras, elaboradas en el último quinquenio, en diecisiete (17) países de la región (Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica, Ecuador, Guatemala, Guyana, México, Nicaragua, República Dominicana, Paraguay, Panamá, Perú, Uruguay y Trinidad y Tobago). Con esta iniciativa la FAO retoma. ![]() | Erbol / 10 Junio 2013
La Defensoría del Pueblo determinó que los derechos de los guaraníes fueron vulnerados a causa de una serie de irregularidades cometidas por el INRA durante el proceso de saneamiento y dotación de Tierras Comunitarias de Origen a las colectividades indígenas guaraníes en el municipio tarijeño de Caraparí. Pieb / 06 Junio 2013
Bolivia es uno de los pocos países del continente sudamericano que continúa con un proceso de reforma agraria a nivel normativo y constitucional a favor de los pueblos indígenas y las comunidades campesinas y originarias, afirma el abogado e investigador Esteban Sanjinés de la Fundación TIERRA. ABI / 03 Junio 2013
El director departamental del Instituto Nacional de Reforma Agraria (INRA) de Chuquisaca, José Torres, informó el lunes que se entregaron 1.565 títulos agrarios en beneficio de seis comunidades de ese departamento sureño. El Deber / 03 Junio 2013
El Instituto Nacional de Reforma Agraria (INRA) entregó cuatro títulos y una resolución de asentamiento a favor de cinco comunidades campesinas interculturales en Concepción sobre una extensión de 10.000 hectáreas, para el aprovechamiento mayor de la tierra, principalmente en producción agrícola. |
- Mensaje del Pdte. Evo Morales - 22 de enero de 2013
- Presentación del Informe de Gestión 2012
- Agenda Patriótica 2025 - 13 pilares
_________________________________

REFORMA AGRARIA
Distribución y titulación de tierras. A pesar que Bolivia tiene suficientes tierras, la estructura agraria se caracteriza por la coexistencia de minifundio de la parte andina y el latifundio en las tierras bajas. La consecuencia de ello es que más del 80% de la población rural boliviana vive en la pobreza y extrema pobreza.

AUTONOMIAS INDIGENAS
La nueva constitución (2009) contiene un amplio catálogo de derechos indígenas recogidos del Convenio 196 de la OIT, la declaración de las Naciones Unidas y la Asamblea Constituyente (2006-2008).En adelante el mayor reto es el pleno ejercicio de los mismos, proceso que apenas comenzó.

SEGURIDAD ALIMENTARIA
El efímero Decreto 748 provocó la subida de precios especialmente de los alimentos y desató una ola de protestas sociales en todo el país. Sin embargo el problema no es circunstancial y se requiere un trabajo sostenido de seguimiento y análisis de las políticas agrarias y de seguridad alimentaria del gobierno.

TIERRA Y MUJER
Entre 2006 y 2010 la titulación para las mujeres se incrementó a (23%)sin embargo continúa siendo menor en proporción con la titulación de los varones (36%). Uno de los principales retos pendientes para la implementación de una nueva política de tierras en Bolivia, es la inclusión de las mujeres como beneficiarias en la distribución de tierra.
By A Web Design


































